Fonte:
IEPEC
O Brasil é um país de dimensões continentais, fazendo fronteira com a maior parte dos países da América do Sul. A atividade conjunta de tais países no processo de administração destas regiões fronteiriças é indispensável, pois caso não haja o devido controle, grandes complicações podem aparecer.
Na questão do agronegócio, mais especificamente a pecuária, um ponto que há muito tempo tem se levantado é a questão da aftosa. Já houveram grandes complicações relacionadas as criações em regiões de fronteira. Os prejuízos são grandes e nos levam a pensar se não vale mais a pena investir / prevenir, para não ter prejuízo no final. É claro que vale mais pena investir em medidas que previnam estas complicações.
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Fonte: Divulgação
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É neste contexto que ficamos felizes em ver a mobilização do governo, que renovou as medidas de controle junto aos países com os quais faz fronteira. Estas parcerias são estratégicas para combater a febre aftosa na América do Sul como um todo.
Em algumas regiões, as medidas já foram implementadas. Foram instaladas 12 bases fixas de fiscalização na fronteira com a Bolívia para controlar o trânsito de animais, produtos e subprodutos. Os fiscais contam com quatro barcos, um hidroavião e veículos. A expectativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é implantar mais sete postos fixos nos estados de Mato Grosso e Rondônia até o fim do ano.
Esperamos que o trabalho desenvolvido tenha sucesso e temos certeza que a pecuária nacional ganhará muito com estas parcerias estratégicas.
Um abraço,
João Gabriel Dourado Ferriani Branco
João Gabriel é formado em Engenharia Sanitária e Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina.
Atualmente, é presidente do Instituto de Estudos Pecuários.